Segundo a Academia Americana de Dor Orofacial, a
Qualquer problema que impeça a função ou o adequado funcionamento deste complexo sistema de músculos, de ligamentos, e discos e ossos é chamado de DTM.
O mais comum é que o paciente apresente
dores na face, ouvido e cabeça; dificuldade de abrir a boca ou limitação no movimento (travamento); sons (ruÃdos) na articulação, dor e dificuldade na mastigação; em
alguns casos, zumbido e plenitude auricular.
Estudos recentes concluem que a DTM tem origem multifatorial, ou seja, vários fatores estão relacionados ao surgimento da doença. Seguem os mais discutidos na literatura:
• Trauma direto ou macro trauma.
• Trauma indireto: representado por lesões do tipo chicote.
• Microtrauma: provocado por pequenos traumas, realizados de maneira repetitiva, como hábitos para funcionais (bruxismo, apertamento dentário, etc).
• Ansiedade, depressão, etc.
• doenças degenerativas.
• endócrinas.
• Infecciosas.
• Metabólicas.
• Neoplásicas.
• Neurológicas.
• Vasculares.
• Reumatológicas.
• Alteração na viscosidade do lÃquido sinovial.
• aumento da pressão intra-articular.
• estresse oxidativo, etc.
• presença de genes associados à sensibilidade dolorosa.
O profissional especialista na área é o mais indicado. Além disso, é importante que ele tenha uma rede de apoio de profissionais de outras áreas que estejam capacitados para atuar de forma conjunta nos casos individuais que assim necessitarem.
A SBDOF (Sociedade Brasileira de Dor Orofacial) é o órgão colegiado em que profissionais especializados são credenciados. A Sociedade segue recomendações de diagnóstico e tratamento baseadas em literatura e evidências cientÃficas.
Para escolha do seu profissional, acesse o site SBDOF.com e verifique se o mesmo é credenciado.